A descoberta

Toshihiro Fujii, astrônomo da Universidade Metropolitana de Osaka, no Japão, fazia uma verificação de dados de rotina no Telescope Array, em Utah, quando os sinais sugeriam que os detectores das instalações haviam sido destruídos por algo superenergético. Foi uma surpresa.

“Achei que havia algum tipo de erro ou bug no software”, disse Fujii à matéria da revista Nature, que repercutiu o achado. No entanto, as medições foram consistentes como as produzidas pelos raios cósmicos de energia bastante alta, que geralmente viajam pelo espaço de forma suave, levando à descoberta.

Fujii e a sua equipe, ainda conforme a reportagem da Nature, chegaram a calcular a origem do raio numa região onde residem poucas galáxias.

Eles também tentaram combinar o raio cósmico com possíveis galáxias de origem e objetos localizados fora da sua direção de chegada, mas nenhum deles parecia se encaixar.

“Não havia nada”, disse Fujii à revista.



Fonte – Uol

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