Independente de como cada cultura celebra a virada do ano, esse momento é sempre bastante significativo. Mesmo que tenhamos consciência que as coisas seguem um fluxo constante, encerramentos de ciclos são saudáveis, pois nos permitem fazer recortes mais objetivos do que vivemos ao longo daquele período e, principalmente, analisar o que precisamos melhorar.

Justamente por isso, falar de culturas e cultura é tão importante. Normalizar e internalizar práticas, aparentemente pequenas, as transformando em uma cultura é algo urgentíssimo. Em paralelo, para isso é preciso entender a pluralidade de culturas que compõe um mundo cada vez mais integrado, mas que ainda sofre com tanta segregação, inclusive nos ambientes de trabalho. Acompanhe!

pluralidade culturalA pluralidade cultural deve ser referência nas empresas.

Olhar para trás ajuda a entender como caminhar para frente

Isso faz com que seja impossível encerrar 2023 sem refletir sobre o que já fizemos para promover a diversidade e inclusão, e principalmente, o que ainda precisa ser feito. Ao longo deste ano, levantamos como diversas pautas já são trabalhadas em empresas como a Intel, tanto na cultura interna quanto como suas tecnologias auxiliam a promover essas inclusões.

Podemos resgatar, por exemplo, como transformar questões que em alguns lugares ainda são consideradas benefícios, como ser “Mother Friendly”, em culturas de acolhimento, e suporte criando redes de apoio. Também conversamos sobre como o orgulho e inclusão de pessoas LGBTQIA+, pessoas pretas, ressignificação da velhice e acessibilidade a pessoas com deficiência conseguem quebrar barreiras para promover mais qualidade de vida dentro e fora das empresas.

Revisitando essas conversas percebemos que já estamos, de alguma forma, na direção certa e o principal ponto é esse, conversas que vão além dos espaços de trabalho. Se tem algo que ficou claro nos tempos pós-internet é que quanto mais se fala sobre um tema, mais aprendemos sobre ele e isso possibilita criar ferramentas para combater injustiças que por décadas eram invisibilizadas.

A mudança precisa começar em algum lugar, e parte do papel das empresas, qualquer que seja seu tamanho, é tomar para si a responsabilidade de promover esses debates. Trazer para dentro do espaço corporativo a educação sobre diversidade e as atitudes para promover inclusão afeta diretamente como as pessoas levam isso para suas vidas fora do trabalho.

Além disso, segundo um estudo da Harvard Business Review, já em 2013 quando este tópico ainda estava em menos evidência, organizações que incentivam e trabalham ativamente a D&I tinham 45% mais chances de crescimento. Dez anos depois isso é ainda mais real, porque a explosão das redes sociais deu voz a vários grupos que antes só eram vistos e ouvidos por meio de uns poucos porta-vozes.

D&I é sobre assegurar direitos, e não sobre cumprir agendas

Não é sobre privilegiar esses grupos, mas sobre garantir que pessoas de todas as idades, gêneros, identidades e etnias tenham os mesmos direitos, mesmo porque vários deles estão previstos em tratados internacionais. Coincidentemente, no dia 10 de dezembro é celebrado o Dia Internacional dos Direitos Humanos, e no fim, é bem isso que resume as metas para que 2024 seja ainda mais inclusivo: direitos.

Trabalhar a diversidade e promover a inclusão exigem estudo, planejamento, tempo, mas tudo isso é essencial para abraçar, acolher e apoiar todas as comunidades. É preciso transformar essas conversas em práticas todos os dias do ano. É preciso abraçar a diversidade para desmistificar temas e compreender como melhorar, não apenas as organizações e espaços de trabalho, mas toda a sociedade.

Diversidade & Inclusão não pode se limitar a uma agenda corporativa para bater metas e gerar indicadores internos. Quanto mais uma comunidade se sente incluída, mas ela confia e acredita que também pode e deve ser agente dessa mudança, conquistando assim mais espaços, e principalmente direitos que são de todos e devem ser assegurados sempre!

Fonte – Uol

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